NOUVEAU * VINTAGE CAFÉ

 

Porque feriado que se preze tem que ter música boa. Porque feriado no meio da semana merece a voz dela, Taryn.  Abrindo o cd Chattanooga Choochoo e dela eu gostei mesmo antes de ter em mãos o Nouveau. Nome divertido e difícil de pronunciar,abre este disco de maneira alegre enquanto presta uma homenagem simultânea a Andrews Sisters e Carmem Miranda. Música que despertou minha atenção já na prévia das mídias digitais é uma das minhas preferidas neste disco e de quebra me presenteia com um feito nada casual. Trás a Taryn cantando em português numa trilogia recheada de belas canções internacionais.

 

Deus! Que sax arrebatador é esse em Black Coffee? E essa linha de baixo em Seventh Son (que só comprova a idéia de que um projeto desse calibre não estaria completo sem uma versão a la rockabilly)? Uma deliciosa salada rítmica no total de onze faixas que fecha com maestria uma trilogia pra ouvinte exigente nenhum botar defeito. Um trabalho com muito amor envolvido, sonhado e plantado por Taryn. Que nunca se esquece de agradecer as pessoas responsáveis por acontecer. Entre elas, Claudio Infante. Como ela mesma diz sua cara metade no amor e na arte. Quem esteve presente desde o plantio criativo até a colheita fazendo parte de todos os momentos e em todos os sentidos. 

 

Viernes (a cada dia mais bela)


 A cada audição uma música nos chama atenção.No caso de Viernes isso não se aplica. Continua linda desde a primeira vez! Diferente das outras, a poesia dos versos não sobrepõe a emoção da chegada do próximo acorde. O resultado, nesse caso, é muito maior do que a soma das partes. A voz de Hebert cortando os ares com a febre de um sábado azul e um domingo sem tristezas e como tudo termina bem na surpresa do fim. 


Se coube a Charly García a felicidade/sensibilidade de escrever Viernes 3 AM agradeço aos Paralamas por me apresentar a canção tal como foi gravada entre outubro e dezembro de mil novecentos e noventa e sete. Sem esquecer de parabenizar Cecília Spyer. Aquele final não fica devendo em nada. Simplesmente arrepia.


 

 

 

 

 

CÁSSIA ELLER! Ouça sem moderação!

Ganhar um cd de um artista querido é sempre agradável. Ganhar a DISCOGRAFIA em uma só tacada é MARAVILHOSO! Com esse acervo todo da Cássia em mãos, por onde começar? Espalhei pelo chão todos eles e fitei por longos segundos suas capas. Tomei pelas mãos O MARGINAL e o que mais me chamou atenção foi o fato de não conhecer nenhuma das faixas. Isso porque, até então, todos CDs da Cássia que haviam chegado até mim eram coletâneas e escutar sempre as mesmas coisas... Uma hora enjoa!

Que CÁSSIA ELLER é uma excelente intérprete e que desfila por qualquer avenida musical (desde que ela queira) sem perder a maestria todos nós sabemos; Fica aqui registrada então meus cumprimentos aos músicos Tavinho Fialho, Élcio Cafaro, Zé Marcos, Nelson Faria e convidados pela qualidade/ GROOVE impresso nas gravações e meu agradecimento ao amigo Datho Godoi pelo presente.

Aniversariante do dia, Nando 

Soprando a velinha nosso ruivo querido José Fernando "Nando" Gomes dos Reis. A ele nosso carinho e desejo de felicidades hoje e sempre.

Da Irlanda para o mundo The Corrs

Uma boa opção para quem gosta de uma banda ou um determinado artista e não sabe por qual cd começar são as famosas coletâneas. The Best Of the Corrs é uma delas. Lançado em 2005, traz clássicos como Runalway, Breathless e Radio. Isso sem falar da bela Only When I Sleep e tantas outras indispensáveis na carreira da banda. Com o total de 19 faixas, nas suaves vozes de Andrea, Caroline e Sharon, The Best Of the Corrs é a dica da vez do musicGeneration.

 

musicGeneration recebe.. Milton Guedes

Assistir o Milton nessa “entrevista” (programa Zoombido) foi tão intenso que fica até difícil começar. Porque transferir sentimentos em palavras nem sempre é possível. Faltam adjetivos. Ele discorre sobre música, ou melhor, sobre a música em sua vida de forma tão sincera que é possível captar no olhar (todas aquelas histórias).

O Milton é um daqueles caras compenetrado, talentoso e humilde. Que gosta de sair por ai assoviando e andando de skate e que tem um dos sorrisos mais bonitos da nossa música. Além disso, um músico pop de primeira. Assumidamente pop. Quem disse que música pop não pode ser sinônimo de música boa? De música pra dançar? Quem me dera acabar essas linhas e dar de cara com um show dele na cidade onde moro. Caso possível, me jogava! Caia na pista sem hora/pretensão nenhuma de voltar pra casa.

Essa foi a entrevista mais bonita da minha vida e seria injusto não parar e escrever sobre ela. Pra fechar? O Milton é um cara que, acima do talento é dono de um carisma enorme e ama o que faz. E que acima de tudo consegue nos transmitir tudo isso no olhar.

VOLTE SEMPRE FAFÁ! [CANTE SEMPRE!]

Agosto de dois mil e quinze. Manhã de sol e amigos reunidos. O objetivo? Prestigiar um artista querido. Cantor e compositor da cidade de Barra Longa, Flávio Márcio Ferreira de Freitas, o nosso Fafá da Barra, vire e mexe nos presenteia com sua visita e sua música. Dono de uma sensibilidade ímpar e um talento singular, Fafá é um artista humilde e uma pessoa muito bem quista por todos aqueles que com ele já se encontraram ao longo da vida.

Desta vez não foi diferente. Às vésperas do seu show, fui alertada por um amigo em comum e, feliz com a notícia por ele reportada, aguardava ansiosa por rever e ouvi-lo cantar. Entre um e outro acorde, dedos de prosa com Angélica, Lindaura, Edneia e quem mais me desse corda. Eu, que já sou sua fã há algum tempo, fiquei contente ao ver meus amigos comentarem sobre seus versos preferidos e até enciumada ao verem cantar trechos de uma música até então inédita pra mim.

Alguém do público comentou comigo que “se dependesse dela, ela ficaria ali o dia todo!” Penso exatamente igual. Sendo assim, que seu retorno seja breve, pois nossos corações e ouvidos sempre saem perdendo quando ele vai embora.


Fotografia por MôniCa Haley. Câmera gentilmente cedida pela Livraria e Sebo F&B - Felício & Belmiro

 

 Não deixe pra amanhã 

             quem você pode deixar hoje..

 

 Quando comecei a escrever eu ainda não sabia o nome da música. Há uma hora eu nem sequer conhecia a música. Logo de cara o arranjo me despertou interesse e sem vírgulas me apaixonei por esse Ponto Final. A princípio não decifrei a letra por inteiro, mas havia captado o essencial para que meu interesse desenfreado me impulsionasse a uma eventual pesquisa noturna. Além da melodia super gostosa, a letra inteligentemente divertida teve minha aprovação. Um casamento perfeito. O que eu esperava Dela há algum tempo. Dessa nova fase eu já conhecia outras duas canções e uma delas, aliás, eu gosto bastante! (Aquela dos 30) Assim mesmo ainda faltava o estopim pra acender a fagulha de interesse que faltava para me render. Esta noite me permiti. A música foi tão bem executada (e me pegou de surpresa) que conseguiu arrematar uma antiga fã de volta. Gostei mesmo! Parece que agora estou pronta pra encarar a fase solo.

 

 

 

Contagem Regressiva ..ssia no Cinema!


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